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Voltas as aulas – Cartão de vacinas em dia

A volta as aulas é sempre uma alegria para as crianças! Mas os papais e mamães devem ficar atentos!

Uma das fases que precisam ser mais monitoradas são os primeiros dias na escola. A criança precisa dividir o mesmo espaço com outras que ela nunca teve contato. Estes dias são críticos pois estão vulneráveis à transmissão de doenças como meningite meningocócica, poliomielite, pneumonia e catapora.

As crianças (sobretudo abaixo de dois anos) são mais propensas a aquisição de doenças, uma vez que a formação de seu sistema imunológico ainda é jovem e muitas defesas não foram adquiridas. Nos berçários e pré-escolas, o bebê encontra um ambiente novo, que é explorado por meio dos sentidos. É muito frequente que ele coloque as mãos sujas na boca, além de lamber todo tipo de objeto e superfície e ter contato com secreções.

Em alguns Estados do País, como Espírito Santo e Paraná, a carteirinha de vacina passou a ser obrigatória para a realização de matrículas em escolas públicas e particulares, como forma de atestar que os estudantes estão em dia com a imunização orientada pelo Ministério da Saúde.

Em 2017, de acordo com dados da Sociedade Brasileira de Pediatria, o Brasil registrou os mais baixos índices de vacinação em 16 anos. A entidade aconselha aos pais a atualização da caderneta para prevenir casos de doenças de transmissão interpessoal.

No caso do sarampo, em especial, basta uma criança infectada para iniciar um surto, já que se trata de um vírus de fácil transmissão. Vale lembrar que a vacina contra o sarampo, a tríplice viral, imuniza também contra a rubéola e a caxumba! E para impedir que isso aconteça só há uma maneira: vacinar o seu filho!

O National Center for Immunization and Respiratory Diseases (NCIRD) nos Estados Unidos registraram entre 2000 e 2007 uma média de 63 casos de sarampo ao ano. Já, em 2008, esse número mais do que dobrou: foram 131 ocorrências reportadas.

No Brasil, não há transmissão autóctone do sarampo (dentro do país), apenas casos importados que, às vezes, podem gerar uma contaminação secundária.

Quando você vacina o seu filho também está contribuindo para a saúde dos outros alunos, que têm contato com ele. Outra maneira de ajudar a manter o ambiente da escola saudável é não mandar uma criança com sintomas como febre e diarreia para assistir aulas. Não importa se os pais não sabem exatamente qual é a doença que o filho tem; escola é lugar de criança saudável. Além do mais, uma criança doente não deve ser forçada a permanecer em sala sob condições desconfortáveis, lembra a médica.

É importante que os pais e responsáveis não deixem as vacinas das crianças em atraso. A imunização é uma das melhores formas de proteção contra doenças sérias como meningite meningocócica, poliomielite, catapora e pneumonia, que podem até levar a óbito, especialmente crianças pequenas.

O sistema público de vacinação brasileiro é um dos mais completos do mundo, mas infelizmente ainda não contempla todas as vacinas recomendadas para crianças, principalmente para as que já frequentam a escola. Para complementar esta falta, os pais podem recorrer às clinicas de vacinação. 

As vacinas da catapora e da Hepatite A só estão disponíveis na rede privada de saúde. As vacinas meningocócica e pneumocócica são aplicadas, nos postos públicos de saúde, somente até os dois anos de idade. Porém, a Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda estas vacinas também para crianças acima desta faixa etária, que podem ser vacinadas nas clínicas privadas.

Apesar da vacina da catapora ser paga, ela apresenta uma ótima relação custo-benefício. Isso significa que os gastos envolvidos na doença (gastos com medicamentos, consultas e transporte, dias de falta no trabalho para atenção ao filho doente) são maiores que o preço da vacina. fisioIsso sem falar dos custos não mensuráveis, porque apesar da criança pequena não ter tanto prejuízo se tiver que se ausentar da escola por duas ou mais semanas, a catapora causa muito desconforto, e, em casos mais graves, pode evoluir com complicações severas ou mesmo a morte. 

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